segunda-feira, 16 de julho de 2018

Médico é demitido por defender que as pessoas nascem com sexo definido

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Cristão, David Mackereth disse que não podia negar o que a Bíblia ensina
                                                Imagem: Damian Mc Fadden

Após 26 anos trabalhando como médico do Serviço Nacional de Saúde (espécie de SUS do Reino Unido), o médico David Mackereth foi dispensado por causa de suas convicções. Ele teria a oportunidade de assumir uma posição como assessor médico do Departamento de Trabalho e Pensões.

Uma de suas funções seria entrevistar pessoas, mas teria de chama-las pelo “gênero de escolha”. Logo, se um homem entrasse no seu consultório afirmando que era mulher, teria de ser tratado como “senhora”. Em toda a documentação assinada por ele o mesmo padrão precisaria ser seguido.

“Como cristão, acredito que o sexo é determinado tanto geneticamente quanto biologicamente”, explica o médico. “Acabei sofrendo pressão e sabia que poderia pôr fim à minha carreira [no Estado], mas não poderia ficar bem comigo mesmo, se não mantivesse minha convicção. Isso seria mentir e eu não queria viver mentindo.”

Mackereth, de 55 anos, acabou sendo considerado “inapto” para trabalhar no departamento. “Não conseguirei mais nenhum emprego público, as portas estão fechadas para mim”, lamenta.

O médico teme que outros profissionais cristãos também sejam descartados simplesmente por manterem opiniões conservadoras sobre os gêneros. “Eu não estou atacando o movimento de transgêneros, mas estou defendendo meu direito à liberdade de expressão e liberdade de crença”, destacou.

“Estou magoado, mas aliviado porque mantive minha convicção. Acredito com todo o meu coração que Deus nos criou macho e fêmea, e tenho o direito de acreditar nisso”, explicou ele.

O doutor também ressaltou que teme ver o mesmo acontecendo com outras pessoas no Reino Unido. “Eu não estou tentando incomodar ninguém. Eu me importo muito com as pessoas transgênero, mas também devemos ser capazes de dizer no que acreditamos. Caso contrário, podermos nos tornar em um Estado ditatorial, no qual todos seremos escravizados”, avalia.

Finalizou dizendo que nenhum de seus colegas manifestou apoio a ele com toda essa situação. Mesmo assim, ele não se arrepende: “Está claro na minha mente o que a Bíblia ensina sobre gênero”.

Com informações de Daily Mail e GP
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EDITOR: verified_user

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