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quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

ALETRTA: Casos suspeitos de coronavírus são registrados em Porto Alegre e Curitiba

ALETRTA: Casos suspeitos de coronavírus são registrados em Porto Alegre e Curitiba

Dois pacientes que estiveram recentemente na China apresentaram sintomas da doença causada pelo microrganismo

Dois pacientes com suspeitas de coronavírus estão internados em Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS), de acordo com informações obtidas pelo governo. Ambos apresentam sintomas da doença e estiveram recentemente na China. Os casos estão sendo acompanhados de perto pelas autoridades.

Com essas duas notificações, sobe para 3 o número de pacientes que se enquadram nas definições de suspeitas de infecção pelo vírus 2019-nCoV, que causa uma epidemia na China, com 81 mortes confirmadas e 4550 pessoas contaminadas. Em Belo Horizonte, uma jovem de 22 anos foi internada após apresentar febre e dificuldades para respirar.

A paciente esteve na cidade de Wuhan, na China, epicentro da epidemia. Nos casos de Porto Alegre e Curitiba, os pacientes, que não tiveram a identidade revelada, apresentaram febre, tosse e dificuldades para respirar. Além disso, estiveram em território chinês nos últimos 14 dias, período de latência do vírus – tempo até que os primeiros sintomas apareçam.

Com informações do Correio Braziliense/IM

domingo, 5 de janeiro de 2020

Terçol e conjuntivite viral são comuns no verão. Saiba como evitar

Terçol e conjuntivite viral são comuns no verão. Saiba como evitar

Tirar a maquiagem antes de dormir e lavar as mãos com frequência são a melhor maneira de prevenir os quadros, segundo oftalmologista

Coçar os olhos sem lavar as mãos aumenta a chance de conjuntivite

Freepik
Problemas oftalmológicos como terçol e conjuntivite viral têm maior incidência nos meses de verão. O oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, presidente do Instituto Penido Burnier, orienta como reduzir o risco de contaminação na região dos olhos. 

Segundo Queiroz Neto, é importante remover maquiagem, cosméticos e protetor-solar antes de dormir, além de utilizar produtos adequados para a área dos olhos e que estejam dentro da validade.

Ele alerta que toalhas, lápis, alongadores de cílios e pincéis de maquiagem não devem ser compartilhados. É fundamental a lavagem das mãos com frequência, principalmente antes de tocar nos olhos.


Segundo o médico, a conjuntivite viral aumenta no verão pois nesta época os vírus se replicam com mais facilidade. Ela é adquirida por contato.

“A pessoa infectada coloca a mão nos olhos e contamina as coisas, interruptor, carrinho de supermercado, torneira, maçaneta. Você coloca a mão lá e coça o olho ou põe a mão no rosto e se infecta também”, afirma.

A doença faz com que os olhos fiquem vermelhos e produza um excesso de lágrima. Diferente da conjuntivite bacteriana, a secreção é aquosa e transparente. “Não tem aquela secreção amarela que gruda, bem característica da bacteriana”, explica.

Segundo Queiroz Neto, o tratamento é feito com anti-inflamatório, colírios e lágrimas artificiais. Além disso, ele recomenda a utilização de compressa fria para a diminuição do desconforto causado pela conjuntivite.

“Arde e coça muito, a compressa ajuda a diminuir a inflamação e aliviar os sintomas”, afirma.


Já o terçol, ocorre devido ao entupimento das glândulas de Meibomius, responsáveis por produzir a camada gordurosa do líquido lacrimal. “Nossas lágrimas não são só água. Tem a camada aquosa, a proteica e a gordurosa, que impede que as lágrimas evaporem”, explica.

O médico explica que como transpiramos mais no calor e aumenta o uso de cosméticos como protetor solar, maquiagem e hidratantes a incidência de terçol também aumenta.

“O principal problema é não limpar o rosto antes de dormir. Quando dormimos os olhos produzem menos lágrimas e piscamos menos, então tem o risco de ficarem resíduos na borda da pálpebra que é onde estão as glândulas”, explica.

Quando a glândula entope, ela continua a produzir gordura e por isso fica inchada, causando dor e ardência. Além disso, ele pode coçar e a região pode ficar ruborizada.


“O problema do terçol, se não tratar adequadamente, é que pode ficar crônico. O terçol crônico é chamado de calázio, e nesses casos é necessário fazer intervenção cirúrgica”, afirma o oftalmologista.

O tratamento é feito com antibiótico oral ou tópico, que pode ser em pomada ou colírio. Neto também recomenda a utilização de compressas mornas para diminuir os desconfortos.

“O que mais causa dor é o inchaço, e a compressa ajuda a desinchar”, explica.

*Estagiária do R7 sob supervisão de Fernando Mellis

Compartilhar maquiagem e coçar os olhos aumentam riscos de conjuntivite. 

Fonte: Do R7