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terça-feira, 28 de maio de 2019

No Senado, oposição e governo querem Coaf com Moro

No Senado, oposição e governo querem Coaf com Moro

Expectativa de senadores contrários ao governo é de que cerca de 40 parlamentares votem pelo retorno do órgão para o ministério da Justiça

(foto: Evaristo Sa/AFP)
A votação da Medida Provisória número 870/2019 será apertada no Senado. Parlamentares da oposição cobram coerência do governo, principalmente, a respeito de onde ficará o Conselho de Controle de Atividade Financeira (Coaf), prometido ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, mas que está travando o andamento da MP. 

A expectativa de senadores contrários ao governo é de que cerca de 40 parlamentares votem pelo retorno do órgão, que está na Economia desde a votação na Câmara, na última quinta-feira (23/7), para Moro. A medida assinada por Jair Bolsonaro no início do governo, configura a Esplanada em 22 ministérios.

A definição, no entanto, tem data para acabar. Se, até 3 de junho, não se tornar lei aprovada pelo Congresso, o desenho do centro político Federal de Brasília volta a ser como no governo Temer, com 29. O líder do PSL (partido do presidente da República) no Senado, Major Olímpio, disse que lutará para que o órgão volte para a batuta de Moro. O mesmo afirmou o líder da oposição, Randolfe Rodrigues (Rede-AM).

Se passar, a MP volta para a Câmara, (onde os deputados já decidiram pelo Coaf na Economia) para uma nova votação. Na Casa, mesmo os parlamentares governistas abriram mão do Coaf na Justiça e Segurança Pública. Mas, o senador Major Olímpio disse que o Bolsonaro não o procurou para que voltasse atrás no que considerou o seu dever. Segundo ele, o Coaf nas mãos de Moro eram, inclusive, uma constante nas manifestações pró-governo deste domingo. 

O senador fez as afirmações em coletiva de imprensa na tarde desta segunda-feira. Disse, ainda, que não pressionaria os outros senadores do PSL a votar como ele, e que há tempo hábil para que o destaque do Coaf na MP volte para a Câmara e, novamente, para o Senado, antes de caducar. Questionado sobre o risco, avisou que "responde cada um na medida de sua responsabilidade".

Ele contabilizou uma quantidade menor de votos pelo Coaf com Moro. Cerca de 30. O líder da oposição no Senado, Randolfe Rodrigues, por sua vez, disse que votará pelo Coaf com Moro, pois não tem o que temer, e afirmou que o governo precisa ser claro sobre onde deseja o Coaf. Além disso, ele criticou o envolvimento do presidente da República com as manifestações,o que chamou de Chavismo de direita.

Fonte: Do CB

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

RealTime Big Data: Bolsonaro tem 60% dos votos válidos; Haddad, 40%

RealTime Big Data: Bolsonaro tem 60% dos votos válidos; Haddad, 40%

Pesquisa feita a pedido da RecordTV entrevistou 5.000 pessoas entre os dias 16 e 17 de outubro. Rejeição a candidato do PSL é de 45%, ante 54% do petista

Pesquisa RealTime Big Data divulgada nesta quarta-feira (18) mostra o deputado federal Jair Bolsonaro, candidato do PSL à Presidência da República, com 60% da preferência do eleitorado considerando os votos válidos. O ex-prefeito de São Paulo e ex-ministro Fernando Haddad (PT) aparece com 40% das intenções de voto. O levantamento foi encomendado pela RecordTV.

O resultado conta apenas as intenções de voto direcionadas para um dos dois candidatos, desconsiderando os eleitores indecisos e as menções de voto em branco e nulo.

Comparando com o último levantamento do instituto, publicado na segunda-feira (15), a diferença entre os adversários passou de 18 para 20 pontos percentuais.

Considerando os votos totais, o levantamento mostra Bolsonaro com 52% das intenções de voto, ante 35% de Fernando Haddad. Os votos brancos e nulos somam 8% e os eleitores indecisos, 5%.

O segundo levantamento do RealTime Big Data para o segundo turno também mostra estabilização na rejeição do eleitorado aos candidatos: o percentual de eleitores que não vota de jeito nenhum no candidato do PSL passou de 46% para 45%. Já a rejeição a Fernando Haddad passou de 53% para 54%.

O RealTime Big Data ouviu 5.000 eleitores entre os dias 16 e 17 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi encomendada pela RecordTV e foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-03883/2018.

Por região

Considerando as grandes regiões brasileiras, a pesquisa RealTime Big Data/RecordTV aponta que Bolsonaro vence no Sul, Sudeste e Norte/Centro-Oeste, perdendo para o candidato do PT somente no Nordeste.

Ainda segundo o levantamento, a região Nordeste também concentra a maior quantidade de eleitores com voto em branco e nulo. No Sul e no Sudeste, está a maior quantidade de eleitores indecisos.

Veja os resultados a seguir:

Sul
Bolsonaro: 63%
Haddad: 28%
Nulo/Branco: 6%
Indecisos: 3%

Sudeste
Bolsonaro: 54%
Haddad: 30%
Nulo/Branco: 10%
Indecisos: 6%

Norte/Centro-Oeste
Bolsonaro: 59%
Haddad: 29%
Nulo/Branco: 7%
Indecisos: 5%

Nordeste
Haddad: 50%
Bolsonaro: 39%
Nulo/Branco: 8%
Indecisos: 3%

Por gênero

O Real Time Big Data revela que a liderança de Bolsonaro se deve principalmente aos homens. Nessa parcela do eleitorado, o capitão aposentado do Exército é escolhido por 59% dos entrevistados, quase o dobro de Fernando Haddad, que aparece com 31% das menções de voto. Brancos e nulos somam 7%. Eleitores indecisos são 3%.


Entre as mulheres, a pesquisa mostra Bolsonaro seis ponto à frente de Haddad — no último levantamento eles estavam tecnicamente empatados no limite da margem de erro. Agora, o candidato do PSL aparece com 45% dos votos totais entre as mulheres, ante 39% de Haddad. O eleitorado feminino tem maior proporção de votos em branco e nulo (9%) e de indecisas (7%).

Por faixa etária

O levantamento mostra ainda que Bolsonaro lidera a preferência do eleitorado em quase todas as faixas etárias, perdendo somente entre o mais jovens. Veja a seguir.

16 a 24 anos
Bolsonaro: 42%
Haddad: 46%
Nulo/Branco: 6%
Indecisos: 6%

25 a 34 anos
Bolsonaro: 51%
Haddad: 37%
Nulo/Branco: 8%
Indecisos: 4%

35 a 44 anos
Bolsonaro: 53%
Haddad: 33%
Nulo/Branco: 9%
Indecisos: 5%

45 a 59 anos
Bolsonaro: 55%
Haddad: 32%
Nulo/Branco: 8%
Indecisos: 5%

Mais de 60 anos
Bolsonaro: 58%
Haddad: 30%
Nulo/Branco: 6%
Indecisos: 6%

Razões para o voto

O RealTime Big Data também perguntou aos entrevistados o porquê de eles escolherem Jair Bolsonaro ou Fernando Haddad como seus candidatos. Nos dois casos, a rejeição ao oponente é o principal motivo apontado pelos eleitores para a escolha de seu candidato.

Na sequência, os eleitores do PSL apontam o "combate à corrupção" e o "histórico" como razão para votarem em Bolsonaro no dia 28 de outubro. Para os eleitores de Haddad, as razões importantes apontadas são o "histórico" e o "apoio político".

Veja a seguir as razões para o voto.

Jair Bolsonaro X Fernando Haddad
exclusão ao outro candidato: 53% X 39%
pelo combate à corrupção: 23% X 6%
pelo histórico: 6% X 15%
pelo combate à violência: 5% X 2%
geração de emprego: 3% X 6%
apoio político: 3% X 11%
outros motivos: 2% X 10%
não sabe: 5% X 11%

Migração de votos

Ainda segundo o levantamento, Fernando Haddad é quem mais recebe os votos dos eleitores que escolheram Ciro Gomes (PDT) no primeiro turno. Já Bolsonaro acaba se beneficiando com os votos dos eleitores que optaram por Geraldo Alckmin (PSDB) na primeira votação.

Segundo o RealTime Big Data, 65% dos eleitores de Ciro dizem que irão votar em Haddad no dia 28 de outubro. Já 18% vão optar por Bolsonaro. Outros 17% não sabem ou prometem votar em branco ou nulo.

Com relação aos eleitores de Alckmin, 55% afirmam que irão votar em Bolsonaro em 28 de outubro, enquanto 17% indicam voto em Haddad. Já 28% dos eleitores do tucano dizem que votarão em branco, nulo ou que estão indecisos para o segundo turno.

Com informações:R7

terça-feira, 9 de outubro de 2018

PT quer punição a pastores que fazem discurso “pró-Bolsonaro” em igrejas

PT quer punição a pastores que fazem discurso “pró-Bolsonaro” em igrejas

Tribunal Superior Eleitoral pode punir o que considera “abuso do poder religioso”

Pastor orando por Jair Bolsonaro. (Foto: Reprodução / Instagram)
A informação veiculada pelo jornal O Estado de São Paulo nesta terça-feira (9) é que a cúpula do Partido dos Trabalhadores pretende pedir “maior rigor” ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em relação aos pastores que estariam usando suas igrejas para pedir votos para Jair Bolsonaro (PSL).

Um dos argumentos usados é uma matéria veiculada pelo jornal Mensageiro da Paz, da Assembleia de Deus, maior denominação do Brasil. O material trazia uma tabela comparando o que pensa cada presidenciável sobre “questões de interesse dos cristãos”

Jair Bolsonaro é o único que aparece contra o aborto, o “casamento gay”, a liberação das drogas e a ideologia de gênero. Veiculada no início de setembro, o nome de Fernando Haddad não aparece pois ele ainda não era oficialmente candidato.
Tabela dos presidenciaveis no Mensageiro da Paz
Tabela dos presidenciáveis no Mensageiro da Paz.
Para o ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Marcelo Ribeiro esse tema ainda é novo no direito eleitoral. Ele diz que o TSE deve punir o que considera “abuso do poder religioso”.

Ao longo da campanha do primeiro turno, um número crescente de líderes cristãos se posicionou abertamente em favor de Bolsonaro.

Cientes da inclinação comunista das propostas do PT e as promessas de “avanço” em causas progressistas que são frontalmente contra os valores cristãos, muitos decidiram abraçar a campanha do capitão em vídeos na internet.

Alguns dos nomes mais conhecidos são Cláudio Duarte, Silas Malafaia (AD Vitória em Cristo), Samuel Câmara (Convenção da Assembleia de Deus no Brasil), bispo Edir Macedo (Universal), José Wellington (CGADB), R.R. Soares (Igreja Internacional da Graça de Deus), apóstolo Rina (Bola de Neve), Estevam Hernandes (Renascer em Cristo) e Robson Rodovalho (Confederação de pastores do Brasil).

Fonte:GP

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Acompanhe as datas dos próximos debates presidenciais na TV

Acompanhe as datas dos próximos debates presidenciais na TV

Serão seis encontros para debates, sendo o último no dia 26, véspera da eleição
Os candidatos à Presidência da República que foram ao segundo turno nas eleições 2018, Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT), se enfrentam em seis debates ao longo deste mês. Após apuração das urnas, o militar somou 46,21% dos votos válidos, enquanto o petista alcançou 28,97%.

Confira o calendário dos debates:

11/10 – Band

14/10 – TV Gazeta

15/10 – RedeTV!

17/10 – SBT

21/10 – Record

26/10 – Rede Globo

Com informações: Fonte: Notícias ao Minuto/VG

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Bolsonaro lidera com 26,6% e 4 disputam 2º lugar, aponta Paraná Pesquisas

Bolsonaro lidera com 26,6% e 4 disputam 2º lugar, aponta Paraná Pesquisas

Bolsonaro, que está hospitalizado se recuperando do ataque ocorrido quinta-feira passada, tinha registrado 23,9 por cento no levantamento de agosto.
 Bolsonaro lidera com folga a corrida presidencial com 26,6 por cento de apoio, aponta Paraná    Pesquisas (Ueslei Marcelino/Reuters)

O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, lidera com folga a corrida presidencial com 26,6 por cento de apoio, poucos dias depois de ter sido esfaqueado em evento de campanha em Juiz de Fora (MG), enquanto quatro candidatos estão embolados na disputa pela segunda posição, de acordo com pesquisa do instituto Paraná Pesquisas divulgada nesta quarta-feira.

Atrás de Bolsonaro aparecem em empate técnico os candidatos Ciro Gomes (PDT), com 11,9 por cento; Marina Silva (Rede), com 10,6 por cento; Geraldo Alckmin (PSDB), com 8,7 por cento; e Fernando Haddad (PT), com 8,3 por cento. A margem de erro da pesquisa é de aproximadamente de 2 por cento.

Bolsonaro, que está hospitalizado se recuperando do ataque ocorrido quinta-feira passada, tinha registrado 23,9 por cento no levantamento de agosto.

No mês passado, Marina aparecia com 13,2 por cento, Ciro tinha 10,2 por cento, Alckmin somava 8,5 por cento e Haddad registrava 3,8 por cento.

Antes candidato a vice-presidente, na terça-feira Haddad substitui oficialmente o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na cabeça de chapa petista. Lula teve sua candidatura barrada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com base na Lei da Ficha Limpa.

Os números do Paraná Pesquisas ficaram em linha com pesquisa Ibope divulgada na terça-feira, que mostrou Bolsonaro com 26 por cento, seguido por Ciro, com 11 por cento, Marina, com 9 por cento, Alckmin, também com 9 por cento, e Haddad, com 8 por cento.

O levantamento do Paraná Pesquisas foi realizado entre os dias 7 e 11 de setembro, com 2.010 eleitores de 167 municípios dos 26 Estados e do Distrito Federal.

Segundo a pesquisa, o candidato Alvaro Dias (Podemos) tem o apoio de 3,7 por cento do eleitorado, enquanto João Amoêdo (Novo) soma 3,3 por cento e Henrique Meirelles (MDB), 2,4 por cento. No mês passado, Dias tinha 4,9 por cento, Amoêdo somava 1,1 por cento e Meirelles, 0,9 por cento.

Responderam que não sabem em quem votar ou que não vão votar em nenhum dos candidatos 21,8 por cento dos eleitores, contra 29,9 por cento no levantamento do mês passado.

Com informações:Exame

terça-feira, 11 de setembro de 2018

Ibope: Bolsonaro derrota Haddad no 2º turno no limite da margem de erro

Ibope: Bolsonaro derrota Haddad no 2º turno no limite da margem de erro

                Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) (Montagem/EXAME)

Fernando Haddad, oficializado candidato nesta terça-feira (10), tem 36% no segundo turno contra 40% de Bolsonaro, no limite da margem de erro.

O Ibope revelou nesta terça-feira (11) os resultados da sua última pesquisa presidencial realizada entre os dias 8 e 10 de setembro.

Em relação ao último levantamento, dos dias 01 a 03 de setembro, o candidato Jair Bolsonaro subiu quatro pontos percentuais, indo de 22% para 26%.

A pesquisa já captura os efeitos do horário eleitoral e um primeiro momento de repercussão da facada em Bolsonaro durante passeata em Juiz de Fora na última quinta-feira (06).

Já o segundo lugar ficou com Ciro Gomes com 11%, seguido por Marina Silva (Rede) e Geraldo Alckmin, cada um com 9%.

Como a margem de erro é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo, os três estão tecnicamente empatados no segundo lugar.

Todos, no entanto, tiveram queda em relação ao último levantamento. Já Fernando Haddad continua subindo, agora de 6% para 8%. Ele só foi oficializado hoje como candidato do PT.

fonte:Exame

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Começa a propaganda eleitoral em que a internet pode ser decisiva

Começa a propaganda eleitoral em que a internet pode ser decisiva

As próximas eleições podem ficar para história e registrar o fim da era da televisão aberta como o principal meio de informação dos brasileiros para acompanhar a disputa de votos por cargos públicos.


A propaganda eleitoral começou oficialmente nesta quinta-feira, 16, inclusive na internet também está liberada, sendo que essa é a primeira vez no Brasil que será permitido patrocinar mensagens nas redes sociais.

A legislação em vigor este ano tenta ser mais rígida, exigir menos barulho e obediência a horários e normas. 

Os diretórios dos candidatos são obrigados a disponibilizar serviços telefônicos para atender aos eleitores. Alto-falantes ou amplificadores de som nas sedes ou em veículos apenas das 8h às 22 horas. Já o horário para comícios está mais flexível, das 8h à meia-noite, podendo ser prorrogado por mais duas horas quando for o de encerramento de campanha.

Até dia 6 de outubro, sábado que antecede as eleições, os partidos e coligações poderão distribuir material gráfico, promover caminhada, carreata, passeata ou utilizar carro de som pelas ruas para divulgar músicas de campanha e mensagens de candidatos.

A divulgação paga na imprensa escrita e a reprodução na internet de jornais impressos vai até o 5 de outubro.

Fonte: IM
TSE registra mais de 23 mil candidatos às eleições de outubro

TSE registra mais de 23 mil candidatos às eleições de outubro

São 1.654 vagas, incluindo presidente, governador, senador e deputado

Mais de 23 mil candidatos a presidente, governador, senador e deputado federal, estadual e distrital vão disputar os votos de 147,3 milhões de eleitores brasileiros, segundo dados disponíveis no portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Encerrado o prazo para registrar as candidaturas, 13 nomes se apresentaram para disputar o Palácio do Planalto em outubro.

Para governador, segundo a última atualização do Sistema de Divulgação de Candidaturas e de Prestação de Contas, 171 candidatos pediram registro. Desses, 17 disputam a reeleição. O PSOL foi o partido que lançou o maior número de candidatos a governador, seguido do PSTU e do PT.

O TSE contabiliza até agora 6.982 candidatos para disputar as 513 vagas de deputado federal. Para deputado estadual e distrital, são 15.605 concorrentes a 1.059 vagas nas assembleias legislativas e na Câmara Legislativa do Distrito Federal. Mais 295 concorrem a 54 cadeiras no Senado.

Considerando o total de 23.812 candidatos a todos os cargos em disputa nas eleições de outubro, o PSL foi o partido que apresentou o maior número de concorrentes (1.259), seguido do PSOL (1.201), do PT (1.075) e do MDB (1.009). Desse contingente, 30,6% são mulheres, cumprindo a meta prevista na legislação.

Quase a metade dos candidatos têm ensino superior e 55% são casados. A maioria tem entre 35 e 59 anos de idade, mas há 50 candidatos na faixa de 80 a 84 anos.

O total de candidatos em 2018 é menor que o registrado em 2014 (26.162). Os dados podem sofrer ajustes conforme a Justiça Eleitoral vá julgando os pedidos de registro.

terça-feira, 31 de julho de 2018

Propaganda de rua em carros de som estão parcialmente proibidas pela resolução do TSE

Propaganda de rua em carros de som estão parcialmente proibidas pela resolução do TSE

Por: Valdivan Alves

Candidatos e eleitores devem respeitar regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral a partir do próximo dia 16, data em que estará liberada a propaganda eleitoral, conforme resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Caso contrário, estarão sujeitos a multas e até a cassação do mandato, no caso dos eleitos.

Conforme as regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral do (TSE), a farras dos carros de som estão parcialmente proibidos nas eleições deste ano. Os veículos de propaganda volante somente serão permitidos em carreatas, caminhadas e passeatas ou durante reuniões e comícios. Com a medida, a população se livrará  do grande incomodo dos carros de som que circulavam durante a campanha pedindo votos para os candidatos.

Pela resolução do TSE, só serão permitidos, carros de som e minitrios nas carreatas,reuniões ou comícios, os carros de som deverão respeitar o limite de 80 decibéis, medidos a sete metros de distância do veículo, e mais: só será permitido o uso de um carro de som por candidato e com a presença do político no veículo. Se a regra não for cumprida, os carros serão apreendidos e o político-candidato multado.Os comícios de encerramento de campanhas poderão seguir até as 2h da madrugada. Nos outros dias deverão respeitar o horário das 8h à meia-noite. A infração vai caracterizar abuso de poder econômico.

Segundo o TSE, as mudanças foram necessárias devido a diversas reclamações nas últimas eleições, em 2016, quando foram registrados vários abusos por parte dos candidatos, que utilizavam os carros de som apenas para atacar seus concorrentes, sem mostrar nenhuma proposta.

Com informações: TSE

segunda-feira, 25 de junho de 2018

Sete municípios do país têm novos prefeitos, após mandatos cassados

Sete municípios do país têm novos prefeitos, após mandatos cassados

Os novos prefeitos devem cumprir mandato até 2020
Os eleitores de sete municípios brasileiros voltaram às urnas neste domingo (25) para escolher novos prefeitos, após os vencedores no pleito de 2016 terem seus mandatos cassados pela Justiça Eleitoral.

Em Minas Gerais, venceu as eleições suplementares, na cidade de Santa Luzia, o candidato Christiano Xavier (PSD), com 54,28%. No município de Timóteo, o eleito foi Douglas Willkys (PSB), com 48,28%, enquanto que em Itanhomi o novo prefeito será Raimundo Francisco Penaforte (MDB), após receber 42,98% dos votos válidos.

No Rio de Janeiro, os eleitores de Cabo Frio escolheram Dr. Adriano (Rede) como novo prefeito. Ele recebeu 68,58% dos votos, superando Rafael Peçanha (PDT). Em Rio das Ostras, o vencedor foi Marcelino da Farmácia (PV), com 50,24% dos votos válidos.

No Pará, foi eleita no município de Moju a candidata Maria Nilma (MDB), com 94,49% dos votos válidos. Já em São Paulo, 57,93% dos eleitores de Santa Cruz da Palmeira escolheram Zé da Fármacia (Patriota). Os eleitos devem cumprir mandato até o pleito de 2020.

Tocantins

O estado do Tocantins também teve eleições suplementares nesse domingo. O agropecuarista Mauro Carlesse, do PHS, foi eleito, com 75% dos votos, para continuar no cargo e cumprir mandato-tampão até o fim do ano. Ele superou, no segundo turno, o candidato Vicentinho Alves (PR), que recebeu 25% dos votos válidos. A abstenção chegou a 35%. Segundo as regras da Justiça Eleitoral, o novo governador permanecerá no cargo até 31 de dezembro e poderá concorrer à reeleição no pleito de outubro. Carlesse deve ser empossado em 9 de julho.

Fonte: Agência Brasil/VG

terça-feira, 27 de março de 2018

VEJA VÍDEO: Ciro Gomes ataca igrejas em discurso sobre “fraude nas eleições” de 2018

VEJA VÍDEO: Ciro Gomes ataca igrejas em discurso sobre “fraude nas eleições” de 2018

Pré-candidato diz que dinheiro doado a igrejas poderá bancar campanhas políticas

Por Jarbas Aragão-GP
O pré-candidato à presidência Ciro Gomes (PDT), participou neste sábado (24), em Barcelona, na Espanha, de um debate promovido pelo Foro Brasil-Espanha. Também estavam presentes o ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardoso e Christian Lohbauer.

Entre as várias colocações de Gomes, a que mais chamou atenção é que as próximas eleições correm o risco de ser “uma das mais fraudadas da história”. Lamentando as mudanças nas regras de financiamento de campanha, que proíbe, por exemplo, as doações por empresas privadas.

Essa era uma prática conhecida de “caixa 2” tanto de siglas quanto de candidaturas. O pré-candidato do PDT não tocou na questão dos escândalos relacionados com a Lava Jato envolvendo principalmente o PT.

Ele criticou o impeachment de Dilma Rousseff, a quem chamou de “pessoa honrada”, mas atacou o governo de Temer, que classifica de “quadrilha de marginais”.

Para Ciro, este ano o país irá experimentar o financiamento público de campanhas mesmo sem ter os mecanismos para combater o “caixa 2”.


“Nós optamos agora pelo financiamento individual de campanhas. Ok, vamos experimentar. Mas eu desconfio que serão as eleições mais fraudadas da história do país e vai ser muito facilitado por quem circula com grandes quantidades de dinheiro em espécie. Por exemplo, igrejas e narcotráfico, que estão praticamente se explicitando sobre a mesa”, avaliou.

O pedetista não fez qualquer distinção sobre qual igrejas ele se referia nem apresentou nenhum tipo de comprovação que as igrejas estejam, de fato, patrocinando campanhas. Chama a atenção o comentário equivalendo locais de culto com narcotraficantes, ecoando a célebre declaração do ideólogo comunista Karl Marx que “religião é como ópio”.

Assista:

Robôs foram usados na campanha de três candidatos ao Planalto em 2014

Robôs foram usados na campanha de três candidatos ao Planalto em 2014

Um estudo inédito revelou que perfis falsos em redes sociais foram utilizados para divulgar mensagens de três candidatos ao Planalto nas eleições presidenciais de 2014 no Brasil. O levantamento foi realizado pela diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getulio Vargas (FGV) e divulgado no ‘Fantástico’ nesse domingo (25).
Os pesquisadores analisaram tuítes publicados durante as eleições de 2014 e identificaram que centenas de robôs compartilharam conteúdos relacionadas às campanhas de Dilma Rousseff (PT), Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (então filiada ao PSB, hoje da Rede)

“Se você pensar numa eleição disputada no limitezinho, no final dela, com dois candidatos muito próximos, se você conseguir uma distorção de 2%, 3%, isso pode significar a vitória de um em detrimento de outro. E isso muda muita coisa”, explicou Marco Aurélio Ruediger, diretor de Análise de Políticas Públicas da FGV.

Apesar de o levantamento não encontrar fake news, esta é uma das preocupações dos especialistas para as eleições deste ano. Nas mensagens divulgadas haviam frases positivas sobre os três candidatos, além de reproduções de links de sites das campanhas deles.

Pelas métricas do Twitter, quanto mais mensagens são publicadas sobre um mesmo assunto, mais popular o conteúdo fica e se torna “trending topic”.

A análise mostrou que 509 robôs replicaram links dos sites da campanha de Dilma, incluindo um link para baixar o jingle da candidata, que foi compartilhado por contas com fotos idênticas e identificações parecidas, o que indica que são robôs, segundo especialistas.

No caso de Aécio, foram 699 robôs. Os especialistas encontraram um padrões, como usuários com a mesma foto de perfil e inscrições em russo.

“Isso daí nos leva a suspeição que talvez tenham sido contratados serviços em fábricas de robôs no exterior e principalmente na Rússia ou na Ucrânia”, explicou Ruediger.

Os mesmos perfis que divulgaram informações pró-Aécio também compartilharam posts da Marina Silva. Essas contas falsas teriam gerado mais de 773 mil publicações.

De acordo com o advogado e coordenador do Centro de Tecnologia e Sociedade – FGV, Pablo Cerdeira, em entrevista ao ‘Fantástico’, contratar robôs para fazer campanha política é ilegal. A difusão de informação repetida em massa, e em grande escala, cria distorções no processo de escolha do candidato.

Segundo a equipe da FGV, os conteúdos compartilhados por robôs foram produzidos por empresas que trabalharam nas campanhas de Dilma e Aécio, além de prestarem serviços para os três partidos.

O outro lado

Em nota, a ex-presidente Dilma afirmou que “em nenhuma de suas campanhas, em 2010 e 2014, contratou ou autorizou que fossem contratados serviços relativos a perfis e notícias falsos ou o uso de robôs”.

Aécio, também em nota, garantiu “que a campanha do PSDB em 2014 não usou robôs nem autorizou que qualquer empresa ou pessoa o fizesse”.

Já Marina Silva afirma que chegou a denunciar os robôs assim que “uma movimentação atípica de tuítes a favor dela foi detectada pela própria equipe, em 2014″.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) afirmou “que tem se empenhado em compreender e mapear os efeitos de conteúdos sabidamente falsos nas eleições para definir um curso de ação”.

O Twitter explicou que “as regras da rede social proíbem o uso de robôs mal-intencionados” e que “está desenvolvendo ferramentas para combater o uso de contas que violam as políticas”.

Fonte: Notícias ao Minuto/ VG

sábado, 24 de fevereiro de 2018

Feliciano pode sair candidato a vice-presidente na chapa de Álvaro Dias

Feliciano pode sair candidato a vice-presidente na chapa de Álvaro Dias

Deputado diz que sabe o que o brasileiro procurará na hora de votar


Quarto deputado federal mais votado do país, em 2014, com exatos 398.087 votos, o Pastor Marco Feliciano está em um bom momento político. De saída do PSC e de malas prontas para o Podemos, seu nome vinha sendo cotado para concorrer a uma vaga no Senado por São Paulo. Mas isso dependeria de algumas coligações e acordos com outros partidos.

Com o quadro ainda indefinido, agora surgiu uma sondagem, feita pela direção de seu futuro partido para sair como candidato a vice-presidente, na chapa de Álvaro Dias (Pode/PR). A ideia seria atrair para a legenda o eleitorado do segmento evangélico. Afinal, este grupo religioso representa hoje cerca de um terço da população brasileira.

A consulta foi feita pela presidente do Podemos, deputada Renata Abreu. Segundo noticiou a Gazeta do Povo, os dois conversaram na tarde desta quarta-feira (21) sobre a possibilidade.


Com o quadro ainda indefinido, agora surgiu uma sondagem, feita pela direção de seu futuro partido para sair como candidato a vice-presidente, na chapa de Álvaro Dias (Pode/PR). A ideia seria atrair para a legenda o eleitorado do segmento evangélico. Afinal, este grupo religioso representa hoje cerca de um terço da população brasileira.

A consulta foi feita pela presidente do Podemos, deputada Renata Abreu. Segundo noticiou a Gazeta do Povo, os dois conversaram na tarde desta quarta-feira (21) sobre a possibilidade.

Questionado pelo portal Gospel Prime sobre o que o brasileiro estaria procurando nas próximas eleições, Feliciano foi sucinto: “Candidatos com experiência, ficha limpa e tendências conservadoras”. E garante ter todas essas características.

Com informações:GP

sábado, 20 de janeiro de 2018

Ex-presidente Fernando Collor anuncia pré-candidatura ao Planalto em 2018

Ex-presidente Fernando Collor anuncia pré-candidatura ao Planalto em 2018

Para conseguir voltar ao cargo mais alto do poder Executivo Federal, Collor aposta no fato de ser conhecido dos eleitores, e acredita ser uma alternativa de centro

Carlos Moura/CB/D.A Press
Dois mil e dezoito seria uma nova versão de 1989? Ao menos no que diz respeito às eleições, sim. Enquanto o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) luta na Justiça para conseguir ser, mais uma vez, canidadato à Presidência em outubro, um outro nome, que venceu o petista no segundo turno das primeiras eleições diretas após a redemocratização, anunciou que pretende entrar na corrida pelo Planalto: Fernando Collor de Mello (PTC).


O anúncio foi feito nesta sexta-feira (19/1), durante entrevista a uma rádio da cidade de Arapiraca, no interior de Alagoas. Posteriormente, a informação foi confirmada ao Correio pela equipe do senador. 

Para conseguir voltar ao cargo mais alto do poder Executivo Federal, Collor aposta no fato de ser conhecido dos eleitores, exatamente por já ter sido presidente da República. O senador também acredita que possa ser uma alternativa mais ao centro diante da radicalização da esquerda — representada por Lula — e da direita — personificada no deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ).

Só que antes de chegar a uma disputa nas urnas, Collor pode ter que enfrentar uma batalha na Justiça. Isso porque ele é réu em um processo decorrente da Operação Lava-Jato. Em agosto do ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou uma denúncia contra o senador por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa, em um caso que envolve o recebimento de R$ 30 milhões em propina. Caso seja condenado e a condenação seja confirmada em segunda instância, o senador pode ficar inelegível segundo critérios da Lei da Ficha Limpa.

Eleito após derrotar Lula em 1989, Collor acabou renunciando ao cargo de presidente da República em dezembro de 1992, em meio a um processo de impeachment — o primeiro da história brasileira.


Fotomontagem

Apoio do partido 

O presidente nacional do PTC, Daniel Tourinho, contou que Collor tem "pleno apoio" do partido para concorrer à Presidência. Inclusive, a própria sigla vinha insistindo na candidatura desde agosto do ano passado. "Eu acho que essa candidatura entra em um bom momento, porque estamos em um período de orfandade. O eleitor está órfão de lideranças", avaliou.

Tourinho também disse acreditar no "êxito" do senador nas urnas. Questionado sobre se o tamanho do partido não seria um empecilho, já que a sigla tem apenas um representante no Congresso Nacional — o próprio Collor —, o presidente foi taxativo: "O PRN [Partido da Reconstrução Nacional, antigo nome do PTC e partido pelo qual o ex-presidente da República foi eleito em 1989] também era. Essa estrada ele [Collor] já conhece bem. Com todos os buracos, curvas, acostamentos...".

Em relação ao suposto envolvimento do senador na Operação Lava-Jato, Tourinho lembrou que, até o momento, Collor não foi julgado e, por isso, poderia concorrer ao Planalto. "E se ele for absolvido como foi no caso do impeachment?", questionou. Em 2014 — 22 anos após o processo de impeachment —, o Supremo Tribunal Federal (STF) absolveu Collor dos crimes de falsidade ideológica, peculato e corrupção passiva por falta de provas. "Vamos deixar o eleitor julgar", concluiu o presidente do PTC.

Com informações: CB

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Anapurus - Em convenção, PSDB oficializa Profª Vanderly   candidata a prefeita e Profª  Lucia a vice

Anapurus - Em convenção, PSDB oficializa Profª Vanderly candidata a prefeita e Profª Lucia a vice

Por: Valdivan Alves

Em convenção realizada na tarde de sábado (30/07), no Paraíso Evento Show, o PSDB oficializou a candidatura da Professora Vanderly á  prefeita, vice-prefeita Professora Lucia e os candidatos(as) a vereadores(as). 


A candidata Vanderly, chegou à convenção acompanhado do ex-governador, ex-senador e atual Deputado federal João Castelo (PSDB), o ex-ministro do Turismo e ex-deputado federal  Gastão Vieira (Pros) e atual presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), órgão responsável pela execução de políticas educacionais do Ministério da Educação (MEC) e convênios na área de Educação e Neto Evangelista deputado estadual, atual secretário de Desenvolvimento Social do Maranhão. 


O PSDB, formalizou oficialmente a constituição de uma coligação integrada por 12 partidos  a " COLIGAÇÃO UNIDOS POR UMA ANAPURUS MELHOR".

Durante a saudação aos convencionais, a candidata a prefeita Vanderly falou da necessidade de mudanças para uma Anapurus melhor para todos, e destacou a necessidade de se valorizar a educação, saúde, saneamento básico, meio ambiente e infra-estrutura, além do pagamentos do funcionalismo fixado no dia 30 de cada mês. Em seguida afirmou que com esta coligação integrada pelo PSDB e todos os demais partidos aliados constitui-se um exército do bem, formado por pessoas que amam e querem o bem do município de Anapurus. 

Neto Evangelista secretário de Desenvolvimento Social do Maranhão. 
Para o secretario Evangelista a professora Vandelry, é uma esperança e que o povo está clamando por uma mudança no município e clama pelo o nome da professora Vanderly, pois nessa crise politica aqui em Anapurus o povo mostra que tem esperança na professora Vanderly e disse “ Hoje estamos aqui para ratificar isso como deputado, como secretário de estado a importância da professora Vanderly ser prefeita de Anapurus, para agente poder amanhã trabalhar com em parceria necessária que Anapurus tanto precisa para se desenvolver”.


Deputado federal João Castelo (PSDB)

Para o Deputado Federal João Castelo,"Anapurus está carente de uma administração seria e competente Vanderly representa  essa administração, que terá minha  ajuda  como deputado federal em Brasilia para que ela possa administrar e desenvolver o município que está estagnado". Disse Castelo
Gastão Vieira  presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação(FNDE),
O Gastão Vieira disse “ Eu vi Vanderly nascer para politica e conversando com ela sentir uma enorme vocação para politica e hoje essa síntese esse objetivo que ela luta ao longo do tempo tenho absoluta certeza que ela agora vai consegui ser eleita e fará uma boa administração.” Finalizou Gastão 
Prefeita Belezinha e Aluizio Santos prestigiando a convenção de Vanderly
A Prefeita Belezinha, juntamente com o secretário Aluizio e comitiva, marcaram presença na convenção dando apoio a candidatura da professora Vanderly  é um nome que o povo de Anapurus tem esperança de mudança ao rumo do desenvolvimento, social e econômico. Professora Vanderly conta hoje com a maior aceitação popular do município e com certeza os eleitores livres e conscientes  saberão escolher o melhor para Anapurus.


Veja AQUI  um álbum de fotos do evento.

domingo, 29 de maio de 2016

Sarney relata em gravação que Lula se arrependeu da eleição de Dilma

Sarney relata em gravação que Lula se arrependeu da eleição de Dilma

'Ele me disse que o único arrependimento que ele tem', afirmou Sarney.Instituto Lula diz que não há provas e que divulgação de gravação é 'nojenta'.
Audios mostram conversa entre Sarney e  Sergio Machado
O ex-presidente José Sarney (PMDB-AP) afirma em uma conversa gravada pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se arrependeu da escolha da presidente afastada Dilma Rousseff para sucedê-lo. A assessoria do Instituto Lula classificou a divulgação da conversa como "nojenta" (leia mais ao final desta reportagem).

A conversa foi gravada por Machado na casa do ex-presidente José Sarney (PMDB-AP). O ex-presidente da Transpetro, que gravou várias conversas com políticos do PMDB, teve acordo de delação premiada homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

No diálogo com Sarney, inédito, Machado e o ex-presidente falavam sobre a Dilma Rousseff e sobre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O nome de Lula não é citado diretamente, mas, para os investigadores, fica claro que a conversa é sobre ele.

SÉRGIO MACHADO - Agora, tudo por omissão da dona Dilma. 
JOSÉ SARNEY - Ele chorando. O que eu ia contar era isso. Ele me disse que o único arrependimento que ele tem é ter eleito a Dilma. Único erro que ele cometeu. Foi o mais grave de todos. 

Em gravação citada pelo jornal "Folha de S.Paulo" entre Machado e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) o assunto também é Lula. Mas a conversa é sobre o suposto envolvimento do ex-presidente no esquema do mensalão do PT.

Segundo o jornal, Renan Calheiros afirma que Lula havia saído, ou seja, não processado no mensalão porque os pagamentos ao marqueteiro Duda Mendonça no exterior não foram investigados a fundo quando vieram a público.

RENAN CALHEIROS - Por que que o Lula saiu [não foi acusado no processo do mensalão]? Porque o Duda [Mendonça, marqueteiro] fez a delação – na época nem tinha [a lei]. O Duda fez a delação e disse que recebeu o dinheiro fora. E ninguém nunca investigou quem pagou, né? Este é que foi o segredo.

Duda Mendonça foi o marqueteiro da campanha vitoriosa de Lula em 2002. Ele acabou absolvido no julgamento do mensalão.

Neste trecho, também publicado pela "Folha", Renan e Machado se referem ao triplex e ao sítio que os investigadores afirmam que são de propriedade do ex-presidente. Lula nega ser o dono.

Os dois citam uma quantia em dinheiro que Lula teria, sem mencionar a origem. Reportagem da revista "Veja" mostrou que a empresa de palestras de Lula teria faturamento semelhante à quantia citada por Machado.

MACHADO - ...botou na real. Aí [inaudível] umas besteiras, como a Marisa diz, besteira. Ele tem 30 milhões em caixa. Como é que não comprou um apartamento, uma p*** [inaudível]. P***, umas m***, um sítio m***, um apartamento m***.

Além de fazer as gravações, Sérgio Machado já deu vários depoimentos aos investigadores da Operação Lava Jato, que estão agora analisando todas essas informações trazidas pelo ex-presidente da Transpetro.

A delação premiada dele foi homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e, a partir de agora, começa uma nova etapa da apuração. O ex-presidente José sarney e os senadores Renan Calheiros e Romero Jucá podem ser chamados a dar explicações.

Versões dos citados
A assessoria de imprensa do Instituto Lula enviou nota na tarde deste sábado (28) na qual classifica como "nojenta" a divulgação das conversas gravadas e diz que não há provas que comprometam o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

"É simplesmente nojenta a divulgação de conversas armadas com a clara intenção de comprometer o ex-presidente Lula em ilícitos dos quais ele não participou. O vazamento ilegal dessas gravações é mais uma evidência de que, depois de investigar por mais de 2 anos, o Ministério Público Federal não encontrou sequer um fiapo de prova contra Lula. Porque Lula sempre agiu dentro da lei", diz o texto da nota.

A presidente afastada Dilma Rousseff disse que que não vai comentar as declarações de José Sarney e de Sérgio Machado.

O presidente do Senado, Renan Calheiros, também não vai comentar.

O advogado de José Sarney, Antônio Carlos de Almeida Castro, disse que o ex-presidente não vai responder sobre fragmentos do que está sendo vazado. E que pediu cópia da delação de Sérgio Machado ao STF para poder responder de forma contextualizada.

Antonio Carlos de Almeida Castro também é advogado de Duda Mendonça. Sobre o cliente, disse que a afirmação de que Lula não foi processado no mensalão por causa da delação do publicitário não tem sentido. Almeida Castro disse que duda não protegeu ninguém, foi processado criminalmente no mensalão e absolvido pelo plenário do Supremo.

A defesa do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado disse que ele não pode se manifestar porque a delação ainda está sob sigilo.

Delta X
Em outro trecho de conversa gravada pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, ao qual a TV Globo teve acesso, ele e o senador Romero Jucá (PMDB-RR), ex-ministro do Planejamento do governo Temer, falam sobre financiamento de campanhas eleitorais. Eles usam um termo “Delta X” que, segundo investigadores, é uma referência a propina dentro de uma doação legal.


Eles dizem que o "Delta X", a propina, sempre existiu, mas dizem que “os caras” são dois e expandiram, dando a entender que aumentaram a propina. Eles não deixam claro quem são “os caras”.

SÉRGIO MACHADO: Romero, o modelo é igual. O que varia, variou agora é que esses caras são tão doidos que eles saíram do modelo tradicional e foram...

ROMERO JUCÁ: E expandiram, fizeram... 

SÉRGIO MACHADO: E foram pro, inclusive envolvendo... 

ROMERO JUCÁ: É, foram pro macro.

MACHADO SEGUE: Sempre tem aquele, aquele "delta x" que é o normal. É o que sempre aconteceu em todas as campanhas eleitorais. 

JUCÁ AFIRMA: Caía lá e cá. Rolava oficialmente. 

SÉRGIO MACHADO: Oficialmente. Sempre teve isso. Agora, as empresas que dão, dão em todos os níveis de governo. 

ROMERO JUCÁ: Dão. 

SÉRGIO MACHADO: E são as mesmas. Então aqui é um acordo.

JUCÁ: Contaminado. 

SÉRGIO MACHADO: O cara que faz uma obra aqui, faz lá... Não tem jeito.


Fonte: Do G1, com informações do Jornal Hoje

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Por 15 votos a 5 Comissão do Senado aprova relatório pró-impeachment

Por 15 votos a 5 Comissão do Senado aprova relatório pró-impeachment

Parecer de Antonio Anastasia foi aprovado por 15 votos a favor e 5 contra. Agora, relatório será submetido à votação no plenário principal do Senado
Parecer de Antonio Anastasia foi aprovado por 15 votos a favor e 5 contra. Agora, relatório será submetido à votação no plenário principal do Senado
A comissão especial do impeachment do Senado aprovou nesta sexta-feira (6), por 15 votos a favor e 5 contrários, o relatório do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) favorável ao prosseguimento do processo de afastamento da presidente Dilma Rousseff. Com o aval do colegiado, o texto será submetido agora à votação no plenário principal do Senado.

A previsão, segundo o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), é que o parecer de Anastasia seja apreciado pelo plenário na próxima quarta-feira (11). 

O relatório será lido em plenário na próxima segunda-feira (9) e publicado no Diário Oficial do Senado. A partir daí, começa a contar o prazo de 48 horas para a votação em plenário. 

Veja como votou cada senador da comissão do impeachment: 


A favor (15) 

Dário Berger (PMDB-SC) 


Simone Tebet (PMDB-MS) 


Waldemir Moka (PMDB-MS) 


Helio José (PMDB-DF) 


Antonio Anastasia (PSDB-MG) 


Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) 


Aloysio Nunes (PSDB-SP) 


Ronaldo Caiado (DEM-GO) 


Ana Amélia Lemos (PP-RS) 


Gladson Cameli (PP-AC) 


Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) 


Romário (PSB-RJ) 


Wellington Fagundes (PR-MT) 


José Medeiros (PSD-MT) 


Zezé Perrella (PDT-MG) 


Contra (5) 

Gleisi Hoffmann (PT-PR) 


Lindbergh Farias (PT-RJ) 


José Pimentel (PT-CE) 


Telmário Mota (PDT-RR) 


Vanessa Grazziotin (PC do B-AM) 






Fonte: G1/Verdade Gospel

sexta-feira, 15 de abril de 2016

STF rejeita pedido da AGU e mantém votação do impeachment no domingo

STF rejeita pedido da AGU e mantém votação do impeachment no domingo

Supremo mantém ordem de votação alternando deputados do Norte e Sul. Câmara começa nesta sexta sessão para discutir a abertura do processo.
Ministro José Eduardo Cardozo no Supremo Tribunal Federal (Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo)
O Supremo Tribunal Federal (STF) convocou sessão extraordinária nesta quinta-feira (14) para julgar cinco ações sobre a votação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff no plenário da Câmara dos Deputados. Os pedidos tentavam suspender ou alterar a ordem da votação estabelecida pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), mas foram negados.

Com isso, a votação continua marcada para o domingo (17) e a forma e a ordem definidas por Cunha estão mantidas. Haverá alternância na votação entre bancadas estaduais, começando por uma da região Norte, seguida por outra do Sul e vice-versa. Votarão primeiro todos os deputados de Roraima e depois os do Rio Grande do Sul.

Em seguida será a vez dos parlamentares de Santa Catarina, Amapá, Pará, Paraná, Mato Grosso do Sul, Amazonas, Rondônia, Goiás, Distrito Federal, Acre, Tocantins, Mato Grosso, São Paulo, Maranhão, Ceará, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Piauí, Rio Grande do Norte, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Bahia, Sergipe e Alagoas.


Ações julgadas na sessão
O pedido para suspender a votação foi apresentado pela Advocacia-Geral da União(AGU), que questionava a análise das acusações contra a presidente pela comissão especial da Câmara, que aprovou relatório favorável à abertura do processo na segunda (11). Já o deputado Paulo Teixeira (PT-SP) queria, além da suspensão, a anulação do parecer da comissão especial que recomendou a abertura do processo.

Três ações tentavam alterar a forma e a ordem definidas pelo presidente da Câmara, mas o Supremo validou o rito da votação – e a votação por ordem alfabética foi descartada. Os pedidos foram feitos pelo PCdoB e pelos deputados Weverton Rocha (PDT-MA) e Rubens Junior (PCdoB-MA).

Após o julgamento, que durou mais de sete horas, o presidente da Corte, Ricardo Lewandowski, afirmou que atos imputados a Dilma no processo de impeachment em curso no Congresso poderão ser contestados no STF.

"Que fique essa fundamentação na ata, que acabo de explicitar, para que essa questão da tipificação possa eventualmente ser reexaminada no momento oportuno", afirmou Lewandoski. "Não fechamos a porta para uma eventual contestação no que diz respeito à tipificação dos atos imputados à senhora presidente no momento adequado."

A declaração abre margem para o governo questionar se a abertura de créditos incompatíveis com a meta fiscal e as chamadas "pedaladas fiscais" são crime de responsabilidade – argumentos que justificaram a abertura do processo e a aprovação do parecer contra a presidente.

Mandado de segurança da AGU

O mandado de segurança apresentado pelo governo apontou prejuízos na defesa da presidente durante os debates. O documento argumentava que o colegiado analisou fatos que vão além das acusações recebidas pelo presidente da Câmara ao aceitar o pedido de impeachment - relativos a suspeitas levantadas na Operação Lava Jato, que investiga corrupção na Petrobras, por exemplo.

Quando acolheu a denúncia, Cunha levou em conta somente dois aspectos: a abertura de créditos incompatíveis com a meta fiscal – em decretos assinados por Dilma em 2015 não aprovados pelo Congresso – e as chamadas "pedaladas fiscais" – atrasos no pagamento ao Banco do Brasil para o crédito rural, também no ano passado.

O mandado de segurança protocolado pela AGU também apontava que Dilma não foi notificada para se defender na audiência que ouviu a advogada Janaina Paschoal e o ex-ministro Miguel Reale Júnior, autores da denúncia.

A AGU afirmou também que o advogado-geral da União substituto, Fernando Albuquerque, foi impedido de se manifestar para defender a presidente da República durante a leitura do relatório do deputado Jovair Arantes (PTB-GO).

Voto do relator
Relator da ação, o ministro Edson Fachin negou, em seu voto, o pedido do governo. O magistrado argumentou que, na decisão que redefiniu o rito do impeachment, em dezembro, o STF considerou que a Câmara somente autoriza a abertura processo – e, portanto, não haveria necessidade de defesa em todas as fases da tramitação.

“As diligências não se destinam a provar a procedência ou improcedência da acusação, mas apenas esclarecer a denúncia [...] Não se está a promover acusação, mas mera discussão sobre possível juízo de autorização para instauração de processo de impeachment", afirmou.

"Essa fase na Câmara era pré-processual, analogia mais próxima é à de um inquérito, do que um processo já judicializado. Se é equiparado ao inquérito, é uma fase em que o contraditório é mitigado", explicou depois Luís Roberto Barroso.

Demais ministros
Acompanharam Fachin todos os ministros presentes na sessão: além de Barroso, Teori Zavascki, Rosa Weber, Luiz Fux, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes, Celso de Mello e Ricardo Lewanwski. Não participou do julgamento o ministro Dias Toffoli, em viagem oficial à Romênia.

Durante o julgamento, os ministros fixaram que a análise pelo plenário da Câmara deverá levar em conta somente as acusações acolhidas por Eduardo Cunha – os decretos de créditos suplementares e as "pedaladas fiscais".

Presidente da Corte, Lewandowski votou também para retirar do processo documentos relativos a delações premiadas, como o acordo firmado pelo senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS).

Ordem da votação no domingo
Votaram para manter o critério estabelecido por Cunha (alternância entre estados do Norte e do Sul) Teori Zavascki, Luiz Fux, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e Celso de Mello. A alternância também obteve a concordância de Luís Roberto Barroso e Rosa Weber, mas numa ordem diferente entre os estados, considerando a latitude das capitais.

Os ministros Marco Aurélio Mello, Edson Fachin e Ricardo Lewandowski votaram para aplicar outra forma, para que fossem alternados não os estados, mas os próprios deputados, de modo que votasse primeiro um parlamentar do Norte e depois outro do Sul – e assim sucessivamente.

Ao comentar a decisão do Supremo, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, disse que a Corte "endossou" a decisão tomada por ele sobre o processo de impeachment. Ele também afirmou, ao comentar as ações julgadas no STF, que há uma tentativa "esperniante" de judicializar o processo.

"Eu acho que há uma tentativa de judicialização generalizada que é mais um esperniante, juros esperniante de quem está, aparentemente, sem voto. [Estão] Tentando buscar, com isso, alterar, mudar o processo, ou até postergá-lo", afirmou Cunha.

"Efeito cascata"
As ações dos deputados Weverton Souza (PDT-MA) e Rubens Júnior (PCdoB-MA), contrários ao impeachment, alegavam que a ordem estabelecida por Cunha levava a um "efeito cascata", na medida em que os últimos a votar tendem a acompanhar os primeiros, afetando a neutralidade do processo.

A maioria dos ministros da Corte, porém, entendeu que a forma e a ordem estabelecidas por Cunha segue o Regimento da Câmara e não contraria a Constituição. Relator das ações, Barroso disse preferir uma forma mais "aleatória" na votação, mas entendeu não haver problemas na interpretação das regras realizada pela Câmara.

"Embora eu não ache que seja melhor, não considero que essa opção seja incompatível com o que diz o regimento. Considero que essa interpretação é compatível com o dispositivo. Acho, no entanto, que aqui se aplica a ideia de deferência. Onde o Legislativo tenha decidido de forma razoável, não cabe ao Judiciário impor resolução que ache melhor", disse o ministro.

Fonte: G1